Design Emocional

Quatro pontos essenciais quando se fala de design de produto, design de interfaces ou mesmo design gráfico:

  • ser intrigante e inovador, com uma aura de mistério que convide à descoberta, sem confundir o utilizador;
  • ser multi-sensorial, i.e. que estimule vários sentidos do utilizador, também em sentidos nunca tentados ou pouco utilizados;
  • prever níveis de experiência para o utilizador que se revelem progressivamente ao longo do tempo, sendo que desta forma se aprofundará a riqueza da experiência de fruição do produto;
  • ter uma interface intuitiva, i.e. que garanta uma compatibilidade com uma perspectiva de mais tradicional de usabilidade.
Adaptado de: http://lucachittaro.nova100.ilsole24ore.com/2007/12/lo-zen-e-linter.html

~ por Francisco Carlos Rodrigues em Dezembro 31, 2007.

2 Respostas to “Design Emocional”

  1. Venho investigando o recente e fascinante campo do “Design Emocional” (que também atende pelos termos “Design e Emoção” e “Design Experiencial”) e gostaria de acrescentar à lista acima mais um ponto importante de ser observado no projeto e desenvolvimento de todo e qualquer produto:
    1. a “sociabilidade”, conceito que parte do princípio que o “uso” é um fenômeno social, que nunca estamos ou “usamos” algo sós (estamos sempre acompanhados, física ou mentalmente por alguém) e que os produtos são elos entre as pessoas. O conceito de “sociabilidade” diz respeito, portanto, à eficiência dos produtos em favorecer relações sociais, incluir, aproximar as pessoas. Os jogos em geral são exemplos de produtos que primam pela sociabilidade e, consequentemente, promovem respostas emocionais positivas.
    Convido os interessados no tema “Design Emnocional” ao Guia de Design a visitar:
    http://www.sobresites.com/design/emocao.htm

  2. Tambem, creio eu, que poderei acrescentar mais algumas coisas a cerca do design emocional, encontro-me neste momento na fase final do meu projeto de conclusao do mestrado, exatamente nesta área… O desing emocional.
    Tenho conseguido com a pesquisa descobrir um fator a cerca dos usuários que é de extrema importancia para o design emocional. Um objeto se torna “afetivamente mais interessante” quando o usuário reconhece o seu “espaço particular” dentro do objeto, seja por uma caracteristica estética ou mesmo prática, lembrando que “espaço particular” entende-se como “a unidade que atribui ao espaço uma sintaxe, uma lógica que aplica o design do lugar no espaço e supõe definir sues componentes e o processo que o atualiza. Estes componentes sintetizam-se em informação, imagem e memória. Porém estes três elementos não operam isoladamente, pois, como caracterizam aquela unidade complexa, atuam em simbiose e, à maneira de um sistema, são vetores operativos e construtivos do design dos lugares da cidade.” (FERRARA, 2002, pg 16), esta citação de Lucrécia D’Aléssio Ferrara, esta no livro “Design em espaços” da editora Rosari, observamos que tal citação se refere a cidade, a montagem dos espaços na cidade, mas em se tratando de informação, imagens e memórias, essa sintaxe pode ser observada tambem nos objetos, principalmente nos objetos de afeto.

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