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•Novembro 4, 2007 • Deixe um comentário

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WEB 2.0

•Outubro 25, 2007 • Deixe um comentário

«Web 2.0? O que é isso?»

«A Web 2.0 baseia-se em conceitos simples. Aliás, a simplicidade é um deles.

Simplicidade
Tudo deve ser intuitivo e evidente. Acessar, catalogar e utilizar deve ser um prazer e não uma tortura de cliques infinitos. É um mundo sem tabelas desnecessárias ou gráficos pesados. Nele, os ambientes  adaptam-se ao local onde são lidos/consumidos; na verdade, parece-nos que o destino é a independência deste suporte. O mundo da web 2.0 parece, às vezes, prescindir de URL´s. O seu endereço é o seu Feed. A nova web alimenta-se. De conteúdos.

O conteúdo
Keith Robinson, do excelente Asterisk, nos conta a cada post que Content is King. Se o conteúdo é rei, não nos custa lembrar que sua árvore genealógica está ali, páreo a páreo com a dos Reis Merovingios, estendendo-se quase ao infinito. Ou seja, tente entender conteúdo sob bases mais largas a partir de agora. Conteúdo é texto, áudio, vídeo…é tudo isso. Mas não só isso.

O conteúdo da Web 2.0 é a possibilidade democrática e sem barreiras de exercer sua possibilidade de opinar. A esta habilidade de opinar diretamente sobre o conteúdo, damos o nome de Tagsonomia, ou seja, associar àquele trecho de qualquer coisa, uma marca indelével, classificatória e…pessoal. Cada conteúdo pode ter infinitas Tags e ser consumido a partir delas.

Daí a enxurrada de Comunidades Digitais e Aplicações que nos fazem mais falantes, que mostram ao mundo nossa(s) personas digitais . E isso não quer dizer que este mundo novo acontecerá apenas no computador pessoal, como conhecemos hoje. A Web 2.0 nasce sob a égide da pervasividade. Ou seja, as aplicações que chegam ao “mercado” virão prontas para rodar nos players de mp3, nos celulares, nos videogames, na TV Interativa.

E mais: no mundo da Web 2.0 você recebe, transforma, publica. Um ciclo infinito de geração de informação. Que lugar melhor para isso acontecer do que na web? Amigos tecnológicos de plantão: a única plataforma viável é a web.

A plataforma
Mutante, a web é uma plataforma em constante evolução, desde os sites da década de 1980, acessados apenas por governos, praticamente em modo ‘texto puro’, passando pelos excessos dos idos de 1996, ao ambiente clean da era google, a web vem evoluindo a cada novidade.

O HTML, que foi criado para exibir documentos e não aplicações, forçou aos desenvolvedores um formato mais “básico” e diferente das aplicações até então desenvolvidas para sistemas informatizados. O impacto da web na vida das pessoas foi tão grande que de repente fazer aplicações do jeito web passou a ser a maneira “certa”, porém ainda limitada. Juntando-se a este cenário a falta de padrão dos navegadores e as conexões ainda lentas a web continuou a ser uma plataforma tecnológica limitada. No melhor estilo it’s not a bug, it’s a feature! os desenvolvedores se justificavam dizendo que todas aquelas interfaces leves e sem muitos recursos para o usuário final eram uma coisa boa o que, como tudo na vida, nem sempre é verdade.

Até que um dia uma aplicação chamada GMail veio não só mostrar que era possível fazer seu navegador se comportar como uma coisa mais parecida com uma aplicação “de verdade” como também veio mostrar o que era a Web 2.0: a velha web de sempre, só que melhor, mais nova, versão 2.0. Evolucionária e não necessariamente revolucionária. Mas para frente é que se anda, 2.0 lá vamos nós. O GMail entrou e venceu em um mercado mais do que saturado, o de email via web. Mas ao reinventar o conceito de email (e dar 1gb de espaço) conquistou os corações dos usuários.

Enquanto isso, os desenvolvedores correram para destrinchar o código do GMail para descobrir como aquilo era possível. Era Web 2.0 começando como a Web 0.1, com o bom e velho “exibir código fonte”. A resposta estava no até então pouco utilizado comando Javascript xmlHttpRequest.

Hoje, as aplicações web se aproximam bastante do que temos instalado em nossos PCs. Ajax, a re-invenção do Javascript associado ao XML, Ruby on Rails, xmlHttpRequest, entre outras dezenas de novidades, fazem ser cada dia mais difícil diferenciar o que é web do que não é. Apenas como exemplo, o novo Office, da Microsoft, virá bem parecido com uma interface web, confiram no link.

A empresa Web 2.0 por excelência é o Google. Mas essa é só a boa notícia.

Com o GMail os maiores pesadelos das empresas de software tradicionais, especialmente a Microsoft, começaram a se realizar. Estava provado ali que agora era possível rodar qualquer tipo de aplicação no seu navegador. O usuário começou a se ver livre não só do sistema operacional como até mesmo do conceito de “seu computador”. Os boatos começaram a voar: o Google vai lançar um pacote de programas web para concorrer com o MS Office.

O Google é a empresa Web 2.0 por excelência por seguir o lema de “lance logo, lance sempre, todo dia”. A web (desde sempre) acabou com a necessidade de grandes versões de software sendo lançadas a cada ano ou mais. Você pode lançar uma versão hoje e outra amanhã, sempre a partir do feedback conseguido com cada incremento. Os programas rodam em todos os lugares mas só existem em um lugar: o servidor. Por isso você pode lançar seu produto hoje e não mês que vem. (Daí vem, provavelmente, o fato de praticamente todo serviço do Google trazer a palavra beta ao lado do nome) Lance o produto com o mínimo de funcionalidades para atingir seu objetivo e cresca com ele.»

Web 2.0

•Outubro 25, 2007 • Deixe um comentário

O termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web – tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. A ideia é que o ambiente on-line se torne mais dinâmico e que os utilizadores colaborem para a organização de conteúdo.

Dentro deste contexto encaixa-se a enciclopédia Wikipédia, cujas informações são disponibilizadas e editadas pelos próprios internautas.

Normas APA

•Outubro 25, 2007 • Deixe um comentário

Formatação das referências bibliográficas

 

Normas da APA>

3.1.- Nota bibliográfica

É a descrição abrevida, no texto, do documento referenciado.

Ela deve ser apresentadas sob o formato (autores, data).

Um autor : (Lahy, 1948)

Dois autores : (Faverge, & Ombredane, 1964)

De três a seis autores : (Quéinnec, Teiger, & de Terssac, 1992)

Mais de seis autores : São indicados os seis primeiros autores seguidos de “el. al.”

No interior de parêntesis utilizar o et commercial “&”. No texto utilizar “et”

A pesquisa desenvolvida por Wisner, Laville et Richard (1964) mostrou que….”

Casos particulares ao longo do texto :

Vários documentos do (ou dos) mesmo (s) autor (es) do mesmo ano : Colocar após a data uma letra minuscule (a , b ….)

Referências sucessivas a um mesmo documento : Se a referência é a mesma que a referência IMEDIATAMENTE precedente pode ser utilizado (idid.), caso contrário repete-se a nota (autor, data), seguida da abreviação “op. cit.”

Várias citações : devem ser separadas por um ponto-e-vírgula e classificadas por ordem cronológica.

3.2.- Formatação das referências

Trata-se da descrição detalhada do documento referenciado. As referências são agrupadas no final do artigo, em ordem alfabética.

O ou os autores são referenciados pelo sobrenome, seguido de uma vírgula e da inicial do nome. Se a quantidade de autores for superior a seis, somente os seis primeiros autores serão indicados. Os nomes são seguidos de “et. al.”

Faverge, J.-M., & Ombredane, A.
Quéinnec, Y., Teiger, C., & Terssac, G. (de).

Tipos de formatação:

  • Livro: Autor. (Data entre parênteses).Título do livro en itálico (núméro da edição). Cidade do leditor: Nome do editor. (Coleção se for o caso)
Clot, Y. (1999). La fonction psychologique du travail. Paris: PUF. (Coll. Travail Humain).
  • Capítulo de livro: Autor do capítulo. (Data entre parênteses). Título do capítulo. In Autores do livro. Título do livro en itálico (númro da edição). Cidade do editor: Nome do editor. Paginas do capítulo.
Cru, D. (1987). Collectifs et travail de métier, sur la notion de collectif de travail. In C. Dejours. Plaisir et souffrance dans le travail. Paris: AOCIP, 43-49.
  • Artigo: Autor. (Data entre parenteses). Título do artigo. Título da revista em itálico. Volume, Número, Páginas do artigo.
Gadbois, Ch. (1978). Les conditions de travail et leur forme d’emprise sur la vie hors travail. Cahier de Psychologie, 21, 245-268.
  • Tese, dissertação, etc..: Autor. (Data entre parênteses). Título em itálico. Titulação do diploma, estabelecimento universitário.
Bergamini, J.-F. (1995). Du virtuel au réel : quelques aspects de l’activité du chef de chantier. Mémoire de DEA d’Ergonomie, Paris: Laboratoire d’Ergonomie, CNAM.
  • Relatório : Autor. (Data entre parênteses). Título em itálico. Referências do relatório, Cidade : Instituição.
Laville, A., Teiger, C., & Duraffourg, J. (1972). Conséquences du travail répétitif sous cadence sur la santé des travailleurs et les accidents. Rapport n° 29, Paris: Laboratoire de Physiologie du Travail et d’Ergonomie, CNAM.

Para os documentos eletrônicos, colocar em seguida a referência do endereço eletrônico do documento.

Leplat, J. (2002). De l’étude de cas à l’analyse de l’activité. Pistes. 4-2. http://www.pistes.uqam.ca/v4n2/articles/v4n2a8.htm

Desenho vectorial

•Outubro 25, 2007 • Deixe um comentário

Em computação gráfica, imagem vectorial é um tipo de imagem gerada a partir de descrições geométricas de formas, diferente das imagens chamadas mapa de bits (bitmaps), que são geradas a partir de pontos minúsculos diferenciados pelas suas cores. Uma imagem vectorial normalmente é composta por curvas, elipses, polígonos, texto, entre outros elementos, isto é, utilizam vectores matemáticos para a sua descrição. Num desenho sólido, de uma cor apenas, um programa vectorial apenas repete o padrão (a informação matemática), não tendo que armazenar dados para cada pixel.

As Curvas de Bézier são usadas para a manipulação dos pontos de um desenho. Cada linha descrita num desenho vectorial possui nós, e cada nó possui alças para manipular o segmento da recta ligado a ele.

Por serem baseados em vectores, esses gráficos geralmente são mais leves (ocupam menos memória no disco) e não perdem qualidade ao serem ampliados, já que as funções matemáticas se adequam facilmente à escala, o que não ocorre com gráficos raster que utilizam métodos de interpolação na tentativa de preservar a qualidade. Outra vantagem do desenho vectorial é a possibilidade de isolar objectos e zonas, tratando-as independentemente.

adaptado de: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O que raio é um pixel

•Outubro 25, 2007 • Deixe um comentário

Pixel (aglutinação de Picture e Element, ou seja, elemento de imagem, sendo Pix a abreviatura em inglês para Picture) é o menor elemento num dispositivo de exibição (como por exemplo um monitor), ao qual é possível atribuir-se uma cor. De uma forma mais simples, um pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital, sendo que o conjunto de milhares de pixels formam a imagem inteira.

Num monitor colorido cada Pixel é composto por um conjunto de 3 pontos: verde, vermelho e azul. Cada um destes pontos é capaz de exibir 256 tonalidades diferentes (o equivalente a 8 bits) e combinando tonalidades dos três pontos é possível exibir em torno de 16 milhões de cores diferentes. Em resolução de 640 x 480 temos 307 mil pixels, a 800 x 600 temos 480 mil, a 1024 x 768 temos 786 mil e assim por diante.

Resumindo: O Pixel é a menor unidade de uma IMAGEM, e quanto maior for o número de pixeis, melhor a resolução que a imagem terá.

adaptado de: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Construtivisvo

•Outubro 19, 2007 • Deixe um comentário

Um site interessante fornecido por um colega de mestrado – o João Lima

http://www.thirteen.org/edonline/concept2class/index.html

Pimba! live

•Outubro 18, 2007 • Deixe um comentário

Há-de servir o presente para a reflexão do próprio que neste momento se encontra a mestrar.